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    CURSO DE APOMETRIA

    4 de abril de 2012

     

     

     

                                                                         

     

     

     

                                                                         

     

    Centro de Estudos e Pesquisas Espíritas de Curitiba

     

    Rua Henrique Correia, 345 Curitiba – Pr. Fone – 30231467

     

    CURSO BASICO DE APOMETRIA

    Início: 13 de Abril de 2012 (Sexta-feira)
    Término aproximado: 6 de Julho de 2012

    Toda sexta-feira das 20h às 22h
    Conhecimentos básicos da Doutrina Espírita para inscrição.

    Para informações e inscrições compareça diretamente na

     Secretaria do CEPEC até 09/04/2012

    Valor da inscrição: R$ 50,00

         

    Serão estudados neste curso os assuntos em módulos na ordem abaixo:

    1º MODULO – Conceito e Histórico

    2º MODULO – Física Quântica Darma e Karma

    3º MODULO – O Homem setenário

    4ª MODULO – Os Chakras

    5º MODULO – Níveis e Sub-níveis de consciência

    6º MODULO A – Leis da Apometria – 1ª a 7ª

    6º MODULO B – Leis da Apometria – 8ª a 12ª

    7º MODULO – Mediunidade e Apometria

    8º MODULO – Considerações Técnicas de proteção em grupo

    9º MODULO – Classificação didática dos distúrbios espirituais

    10º MODULO – Auto-obsessão

    11º MODULO – Técnicas Apometricas

    12º MODULO – Apometria e Umbanda

     

    A Apometria é apenas uma técnica de trabalho. Não propõe alterações ou modificações aos fundamentos filosóficos, morais e filantrópicos da Doutrina Espírita.

     

     

     

     


    SOLIDÃO

    28 de março de 2012

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    “O presidente, porém, disse: – mas, que mal fez ele?
    E eles mais clamavam, dizendo: – seja crucificado.”
     (Mateus, 27:23).

    À medida que te elevas, monte acima, no desempenho do próprio dever, experimentas a solidão dos cimos e incomensurável tristeza te constringe a alma sensível.
    Onde se encontram os que sorriram contigo no parque da primeira mocidade? Onde pousam os corações que te buscavam o aconchego nas horas de fantasia? Onde se acolhem quantos te partilhavam o pão e o sonho, nas aventuras ridentes do início?
    Certo, ficaram…
    Ficaram no vale, voejando em círculo estreito, à maneira das borboletas douradas, que se esfacelam ao primeiro contato da menor chama de luz que se lhes descortine à frente.
    Em torno de ti, a claridade, mas também o silêncio…
    Dentro de ti, a felicidade de saber, mas igualmente a dor de não seres compreendido…
    Tua voz grita sem eco e teu anseio se alonga em vão.
    Entretanto, se realmente sobes, que ouvidos te poderiam escutar a grande distância e que coração faminto de calor do vale se abalançaria a entender, de pronto, os teus ideais de altura?
    Choras, indagas e sofres…
    Contudo, que espécie de renascimento não será doloroso?
    A ave, para libertar-se, destrói o berço da casaca em que se formou, e a semente, para produzir, sofre a dilaceração na cova desconhecida.
    A solidão com serviço aos semelhantes gera a grandeza.
    A rocha que sustenta a planície costuma viver isolada e o Sol que alimenta o mundo inteiro brilha sozinho.
    Não te canses de aprender a ciência da elevação.
    Lembra-te do Senhor, que escalou o Calvário, de cruz aos ombros feridos. Ninguém o seguiu na morte afrontosa, à exceção de dois malfeitores, constrangidos à punição, em obediência à justiça.
    Recorda-te dele e segue…
    Não relaciones os bens que já espalhaste.
    Confia no Infinito Bem que te aguarda.
    Não esperes pelos outros, na marcha de sacrifício e engrandecimento. E não olvides que, pelo ministério da redenção que exerceu para todas as criaturas, o Divino Amigo dos Homens não somente viveu, lutou e sofreu sozinho, mas também foi perseguido e crucificado.

    Emmanuel
    extraído do livro “Fonte Viva”-Item 101 – Francisco Cândido Xavier


    O Passe

    23 de março de 2012

     

     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
    Veja o vídeo com Divaldo demonstrando na prática. 
    http://youtu.be/PoZWLQv9ots

    “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e
    levou as nossas doenças” – Mateus, 8:17.

    Meu amigo, o passe é transmissão de energias fisio-psíquicas, operação de boa vontade, dentro da qual o companheiro do bem cede de si mesmo em teu benefício.
    Se a moléstia, tristeza e amargura são remanescentes de nossas imperfeições, enganos e excessos, importa considerar que, no serviço do passe, as tuas melhoras resultam da troca de elementos vivos e atuantes.
    Trazes detritos e aflições e alguém te confere recursos novos e bálsamos reconfortantes.
    No clima da prova e da angústia, és portador da necessidade e do sofrimento.
    Na esfera da prece e do amor, um amigo se converte no instrumento da Infinita Bondade, para que recebas remédio e assistência.
    Ajuda o trabalho de socorro a ti mesmo com o esforço da limpeza interna.
    Esquece os males que te apoquentam, desculpa as ofensas de criaturas que não te compreendem, foge ao desânimo destrutivo e enche-te de simpatia e entendimento para com todos que te cercam.
    O mal é sempre a ignorância e a ignorância reclama perdão e auxílio para que se desfaça, em favor da nossa própria tranquilidade.
    Se pretendes, pois, guardar as vantagens do passe que, em substância, é ato sublime de fraternidade cristã, purifica o sentimento e o raciocínio, o coração e o cérebro.
    Ninguém deita alimento indispensável em vaso impuro.
    Não abuse, sobretudo, daqueles que te auxiliam.
    Não tomes o lugar do verdadeiro necessitado, tão só porque os teus caprichos e melindres pessoais estejam feridos.
    O passe exprime também o gasto de forças e não deves provocar o dispêndio de energias do Alto, com infantilidades e ninharias.
    Se necessitas de semelhante intervenção, recolhe-te à boa vontade, centraliza a tua expectativa nas fontes celestes do suprimento divino, humilha-te, conservando a receptividade edificante, inflama o teu coração na confiança positiva e, recordando que alguém vai arcar com o peso de tuas aflições, retifica o teu caminho, considerando igualmente o sacrifício incessante de Jesus por nós todos, porque, de conformidade com as letras sagradas “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças”.

    Emmanuel – Psicografado por Chico Xavier
    Folheto de Distribuição da FEESP


    A CORTINA DO “EU”

    22 de março de 2012

     

    “Porque todos buscam o que é seu e não o que é do Cristo Jesus.” – Paulo.
    (Filipenses, 2:21)

    Em verdade, estudamos com o Cristo a ciência divina de ligação com o Pai, mas ainda nos achamos muito distantes da genuína comunhão com os interesses divinos.
    Por trás da cortina do “eu”, conservamos lamentável cegueira diante da vida.
    Examinemos imparcialmente as atitudes que nos são peculiares nos próprios serviços do bem, de que somos cooperadores iniciantes, e observaremos que, mesmo aí, em assuntos de virtude, a nossa percentagem de capricho individual é invariavelmente enorme.
    A antiga lenda de Narciso permanece viva, em nossos mínimos gestos, em maior ou menor porção.
    Em tudo ou em toda parte, apaixonamo-nos pela própria imagem.
    Nos seres mais queridos, habitualmente amamos a nós mesmos, porque, se demonstram pontos de vista diferentes dos nossos, ainda mesmo quando superiores aos princípios que esposamos, instintivamente enfraquecemos a afeição que lhes consagrávamos.
    Nas obras do bem a que nos devotamos, estimamos, acima de tudo, os métodos e processos que se exteriorizam do nosso modo de ser e de entender, porquanto, se o serviço evolui ou se aperfeiçoa, refletindo o pensamento de outras personalidades acima da nossa, operamos, quase sem perceber, a diminuição do nosso interesse para com os trabalhos iniciados.
    Aceitamos a colaboração alheia, mas sentimos dificuldade para oferecer o concurso que nos compete.
    Se nos achamos em posição superior, doamos com alegria uma fortuna ao irmão necessitado que segue conosco em condição de subalternidade, a fim de contemplarmos com volúpia as nossas qualidades nobres no reconhecimento de longo curso a que se sente constrangido, mas raramente concedemos um sorriso de boa-vontade ao companheiro mais abastado ou mais forte, posto pelos Desígnios Divinos à nossa frente.
    Em todos os passos da luta humana, encontramos a virtude rodeada de vícios e o conhecimento dignificante quase sufocado pelos espinhos da ignorância, porque, infelizmente, cada um de nós, de modo geral, vive à procura do “eu mesmo”.
    Entretanto, graças à Bondade de Deus, o sofrimento e a morte nos surpreendem, na experiência do corpo e além dela, arrebatando-nos aos vastos continentes da meditação e da humildade, onde aprenderemos, pouco a pouco, a buscar o que pertence a Jesus Cristo, em favor da nossa verdadeira felicidade, dentro da glória de viver.

     

    Emmanuel
    extraído do livro “Fonte Viva”-Item 101 – Francisco Cândido Xavier


    COMPORTAMENTO

    21 de março de 2012

     

    Exterioriza-se o mundo mental – suas aspirações, conflitos, necessidades – no comportamento do indivíduo, definindo-lhe a estrutura moral e o nível de discernimento de consciência.
    Quando ele estagia nas faixas mais primárias da evolução, suas paixões se apresentam brutais, imediatistas desenvolvendo reações agressivas, manifestações egoísticas e perturbadoras para o grupo social, no qual se encontra situado.
    À medida que a educação e a experiência – sofrimentos inesperados, lutas para a aquisição do equilíbrio, constatação da própria fragilidade – trabalham-no, altera-se-lhe o programa de anelos, adaptando-se melhor ao segmento da sociedade em que se movimenta, desenvolvendo as aptidões latentes que o impelem para o ideal de beleza, de crescimento íntimo, de auto-realização.
    No comportamento se manifestam a sua realidade intelecto-moral e o seu correspondente nível de saúde, física e mental.
    Ninguém consegue identificar-se com a iluminação, não estando disposto ao esforço por educar-se, comportando-se com equilíbrio diante das circunstâncias que defronta no processo social, assim como nos fenômenos e ocorrências pessoais.
    Na complexidade de tais realizações a interação mente-corpo, espírito-matéria é inalienável.
    O corpo reflete os comportamentos mentais, somatizando os conflitos, que lhe perturbam a harmonia, quando as construções psíquicas se irradiam carregadas de pessimismo, de vibrações inferiores e tóxicas…
    Os tecidos celulares reagem conforme as ondas mentais que os visitam, agredindo-os ou conciliando-os.
    Desse modo, as ideias superiores sustentadas pela mente produzem correspondentes efeitos no corpo, estimulando as células à manutenção da ordem, vitalizando-as para o processo da mitose saudável.
    Além do departamento muito complexo da organização física e psíquica, o cérebro é uma valiosa glândula que secreta substâncias essenciais à manutenção dos equipamentos que constituem o corpo, mantendo-o ou desorganizando-o.
    Graças às endorfinas que produz, muitas dores são atenuadas, propiciando a manutenção do nível do bem-estar no indivíduo.
    Diversas enzimas outras são produzidas, desenvolvidas e distribuídas pelos numerosos equipamentos orgânicos, cooperando para sua conservação e renovação ou desconcerto e enarmonia.
    As pessoas irascíveis, realistas-fatalistas, que conduzem azedumes e pessimismo, assinaladas pelas constantes mudanças de humor, produzem as enzimas perniciosas, que irão abrir campo para a invasão orgânica pelos elementos microbianos destrutivos.
    Ao inverso, aquelas que elaboram pensamentos otimistas, confiantes, alegres, solidários, estimulam o sistema psiconeuroimunológico, tornando-se resistente às viroses e baciloses degenerativas. E mesmo quando são vitimadas por enfermidades dessa procedência, recompõem as defesas orgânicas e restauram a saúde.
    O espírito conduz o corpo através de vibrações delicadas que sustentam as células, mantendo-as em ritmo harmônico ou desgastante conforme as ondas mentais que irradia.
    Para que o comportamento alcance o ponto ideal, que faculta resultados felizes é indispensável o cultivo dos pensamentos edificantes, propiciadores da disciplina interior, através da qual se exteriorizam em hábitos equilibrados, fomentadores de saúde, de alegria de viver.
    Nesse sentido, as insubstituíveis lições de Jesus-Cristo constituem diretrizes de segurança, que devem ser insculpidas na mente, deixando-as irradiar-se em sucessivas ondas de amor, que vitalizam o homem e a mulher, espraiando-se em direção do seu próximo, em forma de transação psicológica de alto nível, tornando-se o comportamento ideal que os promoverá à condição de pessoas realmente felizes.
    O comportamento, dessa forma, define a pessoa que, vigilante e lúcida, deve trabalhar-se sem cessar até alcançar a realização interior em perfeita identificação com as demais criaturas.

    Joanna de Ângelis

    Página psicografada pelo médium Divaldo P. Franco, em 13/03/95,
    no Centro Espírita Caminho da Redenção – Salvador – BA.