Estreia nos cinemas o filme Kardec: A História por Trás do Nome

História por Trás do Nome.

O filme inspirado na biografia escrita por Marcel Souto Maior e dirigido pelo diretor de Nosso Lar, Wagner Assis, apresenta a trajetória do educador francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, nascido em 1804,  na cidade de Lyon, França, que adotou o pseudônimo de Allan Kardec.

O filme acompanha a vida de Allan Kardec do período de educador até chegar a codificação da Doutrina Espírita com a publicação de O Livro dos Espíritos e sua repercussão. Kardec revela o homem por trás da figura pública, seus conflitos, dificuldades e dúvidas. Seu caminho de cético professor, passando por suas descobertas a partir da investigação dos fenômenos e o desenvolver de sua missão, alicerçada na fé inabalável e na razão.

“Paris, 1850. O fenômeno das mesas girantes intriga toda a Europa e o cético professor Rivail (Leonardo Medeiros) é convidado a uma sessão. Obstinado, ele inicia uma investigação em busca da verdade a partir de métodos científicos. Decidido a revelar seus estudos para o mundo, Rivail adota o pseudônimo Allan Kardec e lança sua primeira obra “O Livro dos Espíritos” – base da Doutrina Espírita. Perseguido, ele persiste e conta com o apoio companheiro de sua esposa, a também professora e musicista Amélie-Gabrielle Boudet (Sandra Corveloni)”.

 

Kardec traz Leonardo Medeiros no papel principal e a atriz premiada em Cannes Sandra Corveloni como sua esposa, Amélie-Gabrielle Boudet, Gabi. No elenco estão também Guilherme Piva, Genézio de Barros, Guida Vianna, Dalton Vigh, Leonardo Franco, Julia Konrad, além da participação do ator francês Christian Baltauss.

Espíritas, simpatizantes e curiosos sobre o tema aguardam para conferir nas telas dos cinemas a produção que faz uma homenagem aos 215 anos do nascimento de Allan Kardec. Enquanto isso o público pode assistir o trailer oficial do filme:.

https://youtu.be/NNx18oNcxH8

 

Oração Pelo Brasil

Por Eurípedes Barsanulfo

Senhor!

 

Tu nos deste o Brasil por pátria de luz para o trabalho.

 

Ajuda-nos a viver de modo a nos transformarmos nos teus braços no mundo.

 

Contudo, nesta hora grave, pela qual passa o povo brasileiro, faze com que os ensinamentos do Cristo nos permita contribuir de forma lúcida e competente.

 

Então, Senhor, concede-nos o momento para pedirmos por esta nação e, sobretudo, por nossa gente:

 

– Que nenhum brasileiro seja o símbolo da guerra;

 

– Que nenhum de nós fomente a discórdia e a desunião;

 

– Que nas lutas da vida nossas armas sejam a honestidade, a bondade, a dignidade e a força irrefreável do labor;

 

– Que nossas críticas ferinas sejam transmutadas no apoio moral e na ordem que do alto emana: Pacificai!

 

– Que as disputas no cenário político sejam um convite a reflexão; e que o refletir traduza a necessidade da ação por meio da disciplina e da democracia conscientes!

 

Assim Seja!

Divaldo envia importante ALERTA sobre o CARNAVAL

A palavra Carnaval, segundo alguns linguistas, é composta da primeira sílaba de velho provérbio latino: Carne nada vale (carnis levale), também interpretado como “festa do adeus à carne”.
Equivale dizer que se deve aproveitar a vivência carnal para desfrutar-se até a exaustão os prazeres sensuais proporcionados pelos festejos.

A sua origem perde-se na poeira dos tempos, inicialmente entre os egípcios, em festa de homenagem a Ísis, mais tarde entre os judeus, os gregos, os romanos (as saturnais) até quando a Igreja o aceitou… Posteriormente, passou a ter aspectos mais amplos e Paris encarregou-se de divulgá-lo ao mundo. Na atualidade, o Brasil é o grande campeão do Carnaval, e, segundo o Guinness Book, o do Rio de Janeiro é o maior do planeta, com dois milhões e duzentos mil foliões, seguido pelo de Salvador, Recife, Olinda…

É a grande bacanal em que tudo é válido, desde que proporcione prazer.

À medida que os valores éticos foram perdendo a força do equilíbrio e da razão, tornou-se a grandiosa exposição de erotismo e de vulgaridade, a prejuízo da sensatez e da dignidade.
Realmente, não é o Carnaval o responsável pelos descalabros a que grande parte da sociedade se permite, mas, sim, a oportunidade para desvelar-se, cada qual, da persona que lhe oculta o ser profundo.
Objetivando ser uma catarse a muitos conflitos, momento de liberar-se da melancolia, de distrair-se, de sorrir e bailar, quase numa peculiar maneira de terapia do júbilo, os instintos primários assumiram o comando do indivíduo, fazendo-o liberar-se das paixões inferiores, por intermédio do exibicionismo e do total abuso sexual. Ao mesmo tempo, a fim de contrabalançar os limites orgânicos, as libações alcoólicas, as drogas de estímulo com graves consequências, os relacionamentos apaixonados e perigosos, a violência que se faz liberada pelos transtornos da personalidade.

Considerando-se a falsa finalidade do Carnaval, a festa em si mesma proporciona alegria, liberação de pequenos traumas, diverte, desde que vivenciada com equilíbrio e moderação. Transformada, porém, em elemento de sensualidade e de exorbitância do prazer, produz mais danos que satisfações, porquanto, logo passa, mas os hábitos e licenças morais permanecem, transformando a existência em um carnaval sem sentido, mais animalizando os seus adeptos.

Nessa efusão de promiscuidade a que muitos se permitem, o contágio de enfermidade infectocontagiosas, de transtornos emocionais e sonhos que se tornam pesadelos são os frutos amargos da grande ilusão.

Se desejas alegrar-te e participar dos desfiles alegóricos, ricos de beleza e de nudez erótica, procura manter o equilíbrio, lembrando-te, porém, de que és imortal.

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 23-02-2017