• Home
  • Eventos
  • Sobre o CEPEC
  • Dias de atividades
  • Localização
  • O mentor da casa
  •  

    VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM PSICOPICTOGRAFIA?

    27 de dezembro de 2011

     

    Segundo o que estava previamente
    agendado, na Casa Espírita que freqüentamos atualmente, CEPEC. * -  no dia de ontem, domingo, -11/12- entre as
    15:00h e as 17:00h haveria um Café-Colonial e na sequência a apresentação de
    uma venerável senhora*, que apesar de seus 75 anos, continua sendo um
    instrumento, elo entre os dois planos, que sutilmente se interagem por meio das
    energias vibratórias, que os sensitivos captam e transmitem e como consequência
    temos os fenômenos ostensivos de várias modalidades…

    Era, – conforme o
    programado.  17: 00 h e mais alguns
    minutos quando teve início a segunda parte do evento, aguardado com muita
    expectativa; o auditório com perto de 150 pessoas presentes. Inicialmente a
    Presidente Aline, fez uma breve apresentação da convidada; a mesma estava vindo
    do Canadá, e era a primeira vez que estava visitando nossa cidade. – Curitiba.
    -

    Fazendo uso da palavra, antes de
    começar sua tarefa, esclareceu aos presentes que durante alguns anos morou em
    Uberaba, ocasião em que teve a feliz oportunidade de conhecer Francisco Cândido
    Xavier,  há aproximadamente quatro
    décadas atrás, foi quando teve dele a orientação de sua mediunidade; no reduto
    de seu lar aconteciam fenômenos ostensivos; a TV ou o Rádio, repentinamente
    aumentavam o volume, sem que houvesse participação de alguém no recinto…

    O médium deu  a ela segura orientação: sobre sua
    tarefa  mediúnica, com o decorrer do
    tempo iria aprimorá-la, se tornaria uma “ponte” entre os dois planos, dando
    oportunidade para que artistas renomados do passado pudessem através de suas
    mãos, e pés, se fazerem novamente presentes nesta dimensão, por meio de suas
    pinturas e desenhos, de rostos, paisagens, cujo estilo se conservaria idêntico
    à época em seus trabalhos e modos diversificados ganharam perene notoriedade e
    reconhecimento no seleto mundo das artes…

    Chico, também elucidou que
    durante as horas em que estaria pintando, as boas vibrações, em que a música,  e o clima de prece, dos presentes, gerariam
    uma benéfica energia, que seria canalizada, para entidades necessitadas,  desta e da outra dimensão…

    Após suas palavras, sua filha*,
    fez a prece de abertura, associada a uma leitura do Evangelho Segundo o
    Espiritismo: Capítulo IX, A Afabilidade e a Doçura, em seguida, explicou que
    cada obra feita poderia ser  adquirida
    pelos presentes; desde que participassem
    com um número que seria sorteado, caso tivesse interesse na obra,
    poderiam comprá-la; uma seria sorteada gratuitamente a um dos presentes…

    Era tarde-noite quando chegou ao
    final de seu trabalho, muito embora houvesse passado quase quatro horas, parece
    que não sentimos o tempo passar Sete maravilhosas quadros  foram pintadas, rostos, flores, paisagens,
    cuja autoria espiritual de Manet, Picasso, Renoir e Van Gogh.

    Quatro pintadas sobre papel, e
    três em   telas a óleo. A médium usava somente as mãos,
    direita ou esquerda, sendo  a última, com
    o pé, provando, de modo inequívoco que a vida continua, e que através da
    mediunidade é possível “retornar”, desde que, se  encontrem instrumento adequado para  deixar a magia de suas presenças, realizando
    aquilo os consagrou na sua última existência terrena: à arte que expressa vida,
    em permanentes movimentos…

    As pinturas em papel demoravam um
    pouco mais de 20 minutos, as telas em óleo, não excediam muito além de 30
    minutos.

    A mesma encerrou os trabalhos com
    uma fervorosa e sentida oração, rogando a Jesus, o alívio, o consolo, a aqueles
    que naquele momento  passam por qualquer
    tipo de limitações…

    A oração final foi o Pai Nosso,
    acompanhado por muitos.

    Todos os quadros foram vendidos,
    aos sorteados para compra. Cabendo uma senhora
    ser contemplada  com um quadro,
    ficando imensamente feliz.

    Cumprimentamos,  - mãe e filha. – com um afetuoso abraço,
    parabenizando, pela sua missão, pois por meio dela, os artistas do passado, se
    manifestam deixando através de suas obras, uma marcante mensagem: que a vida
    continua, e a possibilidade de retornarem por meio de sensitivos, que se
    predispõe a recebê-los; isto, porém, exige esforço, abnegação, renúncia
    pessoal, e, incansável vontade de servir…

    *Pintura Mediúnica.

    *CEPEC. Centro de Estudos e
    Pesquisas Espíritas de Curitiba.

    *Valdelice Salum, Nasceu em Condiuba´-BA
    aos 5 de novembro de 1.938; há 38 anos se dedica a este mister. Nestes últimos 15
    anos foi intermediária de mais de quinze mil trabalhos; nos anos  anteriores não foi  feito estatística. Já esteve na França,
    Genebra, Suíça, Canadá, Itália,  e
    Argentina.

    *Sua única filha. Suely Salum; é auxiliar
    nos trabalhos da mãe.

    Site: www.pinturasmediúnicas.com.br  Telefone: (019) 9609/2549/3894-4404.

    Curitiba, 12 de dezembro de 2.011
    - Reflexões do Cotidiano – Saul -

    http://mensagensdiversificadas.zip.net  ou http://mensagensespiritas.vilabol.uol.com.br
     

     

     

    ( Suely, tinha feito algumas anotações, até a terceira
    pintura, com as flores; estava sentado e a cadeira de plástico quebrou, caí, e
    saí do recinto para fazer um curativo na mão, acabei perdendo as anotações,
    razão pela qual,  escrevi de memória,
    peço desculpa se alguns dados não tiver totalmente correto. Abraços a vocês.
    Saul) (walmor.zimerman@bol.com.br)


    Sensação de Natal

    22 de dezembro de 2011

    Este ambiente renovado e muito
    agradável de fim de ano, saturado de mais alegria e
    entusiasmo, motivando confraternizações, troca de presentes, vidência‘>providências de
    última hora e mesmo o engajamento em campanhas de arrecadação para
    instituições, formação de cestas, doações para crianças e famílias, tem uma razão muito
    especial.

    Apesar do aniversariante muitas vezes esquecido e substituído pelo Papai Noel,
    pelos exageros na alimentação e pelos fortes apelos comerciais, na verdade e na
    essência é a presença Dele, o Mestre da Humanidade, que inspira a fraternidade
    nos corações e motiva os desdobramentos
    próprios. Ainda que nos percamos nos apelos do comércio, na mera troca de
    presentes, nos enfeites luminosos e coloridos, o Natal significa vida,
    nascimento. Todos nós gostamos de comemorar o aniversário, data realmente
    especial. Todavia, no Natal, o aniversariante maior, o condutor de nossas
    vidas, vem fazer morada mais próxima…

    Que bom! Jesus é
    a fonte de inspiração
    do amor. Ele
    ensinou a amar, semeou nos corações humanos a importância da docilidade, da bondade, do
    desprendimento, da renúncia, da humildade.
    Em todos os tempos enviou representantes que falassem e nos recordasse os
    imperativos do amor e da
    concórdia. Mesmo assim, veio pessoalmente,
    modificou a história e revolucionou o pensamento.

    Na verdade, nos
    fez enxergar a importância do perdão e da solidariedade. Ainda que resistamos a
    seus amorosos
    apelos, mesmo assim permanece conosco, sem violentar nossa liberdade de
    escolha. Mesmo esquecido, tendo seu nome
    usado e explorado, mesmo assim não desiste de nós, seus irmãos
    em aprendizado.

    Aprendamos a buscá-lo mais intensamente. Convidemos para que faça morada em
    nosso coração e, por extensão, em nossa família, em nossa casa. Ele atende,
    está sempre presente. Os desajustes da vida humana se devem ao desprezo ou ao
    desconhecimento
    do que Ele ensinou.

    Agora que as alegrias do
    Natal se renovam, pensemos nele com carinho e gratidão. Quanto não tem lutado
    para que estejamos bem? Quanto
    não tem se dedicado para que a humanidade
    desperte do materialismo?

    Pelo menos por gratidão a essa incomparável presença, que nos conhece
    individualmente pelo nome, ergamos o coração na confiança em
    Deus e
    transformemo-nos para melhor, dia-a-dia. Estampemos alegria e
    esperança, tornemo-nos semeadores do bom ânimo, da
    coragem, do bom humor,
    para que sua presença faça morada em nosso coração. Isso, claro, a partir de
    nossa família, na intimidade de nós mesmos, para que essa energia
    renovadora se
    estenda pelo quarteirão,
    pela cidade, pelo país, pelo planeta.

    Tudo pelo simples fato de
    sabermos de sua grandeza, bondade e
    presença!

    Obrigado Mestre Amado! Supre nossas deficiências
    morais, ajuda-nos a vencer nossas tendências egoísticas e
    muitas vezes agressivas e coloca nossos passos no caminho o bem. Somente
    assim seremos mais felizes e equilibrados.

    • Autor

      • Orson Carrara

    • Sobre o Autor

      • Orson Peter Carrara nasceu em Mineiros do Tietê-SP, no dia 10 de Março de 1960, cidade onde viveu até os 40 anos. Sempre gostou de escrever e falar em público, sendo auto-didata nestas áreas, como leitor inveterado e pesquisador nato. Hoje reside em Matão-SP, é casado e pai de 3 filhos, tendo trabalhado como Assessor de Imprensa na “Casa Editora O Clarim”, publicando artigos nos principais órgãos da imprensa espírita brasileira e internacional. além de atuar como escritor e palestrante em todo o país. Sai mais em: http://www.orsonpcarrara.rg3.net


    JUSTIFICATIVA

    22 de dezembro de 2011

     

     

     

     

    Justificamos todo e qualquer ato
    que praticamos.

    Justificamos nossa raiva, nosso
    desamor, nossa falta de caridade, nossa falta de fé. Justificamos nossos erros
    dizendo não termos noção do que estávamos fazendo. Justificamos nosso desamor por
    qualquer outro ser humano, dizendo que ele não gosta de nós também.

    Justificamos, justificamos,
    justificamos, sem nunca assumirmos absolutamente nada.

    Sempre colocamos as culpas em
    cima dos outros.

    Foi um olhar que nos lançaram e
    do qual não gostamos; foi um gesto mais afoito e que mal interpretamos; foram
    palavras mal colocadas que nos açodaram a ira mas, para nós, sempre as
    desculpas, as justificativas.

    Por que isso? Estamos enganando a
    quem agindo dessa maneira? Só a nós mesmos…

    Aos olhos do Criador nada pode
    ser escondido.

    Aos olhos do Criador todas as
    nossas faltas estão sendo vistas como quando nos olhamos num espelho e nos
    vemos nitidamente, sem qualquer fantasia ou camuflagem.  Será que já não é hora de deixarmos as
    justificativas de lado e assumirmos de forma verdadeira e sem disfarces nosso
    verdadeiro “eu”?

    Será que ao assumirmos esse
    “eu” nossa mudança interior não se tornaria mais fácil?

    Será… será… será… Mas se
    não tentarmos, como iremos saber? Então!

    Vamos deixar de lado nossas justificativas,
    aquelas nas quais só nós acreditamos e vamos assumir nosso verdadeiro
    “eu”. Ele é horrendo? Sim, é…

    Mas à medida que o deixarmos vir
    à tona, e com coragem, com segurança, revestidos de uma intensa vontade de
    mudar, pouco a pouco poderemos ir moldando-o, burilando-o, até que este
    “eu” se torne brilhante, irradiando luz, iluminando caminhos e sendo
    verdadeiro, sem mais necessidade de justificativas nem disfarces. Que Deus olhe
    por nós e abençoe os dias de nossas vidas.

    (Irmão
    Raphael)